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Criptomoedas: 10 dicas para minimizar o risco com hackers

Ao longo de todo o último ano, o valor roubado em criptomoedas passa de US$ 1,2 bilhão, segundo dados de uma pesquisa da ONG Grupo de Trabalho Anti-Phishing (APWG).

hacker criptomoedas

Para minimizar os riscos do cibercrime e salvar a pele de empresas e investidores do universo das criptomoedas, veja algumas dicas:

1. Crie um e-mail exclusivamente para tratar com sua corretora de criptomoedas, e não use esta conta para qualquer outro fim.

2. Nada de senhas óbvias: utilize senhas longas e complexas, composta de letras, números, símbolos, maiúsculas e minúsculas. É uma dica fácil, mas comumente ignorada.

3. Ainda em relação às senhas, jamais as armazene no computador.

4. Caso a corretora de sua conta de criptomoedas requeira autenticação de dois passos baseada em SMS e recuperação por e-mail, desative este recurso. Muitos hackers utilizam ataques por meio do número de telefone do usuário para invadir suas contas e roubá-los, convém não arriscar.

5. Pelo mesmo motivo, entre em contato com sua operadora de celular e solicite um código de acesso para sua linha telefônica.

6. Nunca exponha seu investimento em criptomoedas. Não fale sobre ele nas redes sociais, sites, fóruns ou qualquer espaço público.

7. Diversifique as corretoras onde fará seus investimentos em criptomoedas e utilize um e-mail e senha únicos para cada conta. Dificilmente um hacker invadirá todas. Neste caso, se for atacado, você não terá prejuízo total.

8. Manter as criptomoedas moedas offline, em uma cold wallet, também pode ser muito útil.

9. Hackers podem se passar por potenciais receptores de bitcoins. Para se proteger disso, tenha máximo cuidado com as corretoras escolhidas. Prefira empresas de idoneidade comprovada pelo mercado, e confira com outros usuários sua experiência com a companhia.

10. Muita atenção a ofertas de serviços relacionado a bitcoins, como plataformas de câmbio. Já houve casos em que empresas apresentaram esta oferta e, após receber os bitcoins, desapareceram da Internet. Este tipo de agente se oculta na deep web ou em plataformas de investimento de risco, então evite arriscar-se por estes caminhos.

Quatro curiosidades sobre criptomoedas

As criptomoedas ganharam popularidade em 2017 com o aumento de preço da mais famosa delas, o Bitcoin. Desde então, as moedas digitais passaram a ser negociadas em grande escala em corretoras no mundo todo, mesmo sem a gestão de uma entidade central.

Contudo, são poucos que realmente conhecem o sobre as moedas criptográficas, e o envolvimento desse ativo em golpes na Internet acaba gerando dúvidas entre os leigos.

Conheça sete fatos que ajudarão você a esclarecer o conceito de criptomoedas e entender um pouco mais sobre essa tecnologia.

1) Existem milhares de moedas além do Bitcoin

O Bitcoin (conhecido pela sigla BTC) está longe de ser a única criptomoeda. Embora tenha sido a primeira, existem hoje mais de 1.600 moedas digitais similares listadas no Coin Market Cap. Elas são chamadas de altcoins. O número é maior ao considerar as novas moedas que não alcançaram volume suficiente para serem contabilizadas pelo portal, caso das brasileiras Blood Donation Coin, Niobio Cash e ZCore.

O valor mais alto e o maior volume de transações tornam o Bitcoin a principal moeda do mercado, servindo como referência para as criptos assim como o dólar é para o sistema financeiro tradicional. Corretoras online normalmente usam o Bitcoin como base para calcular o preço das outras moedas à venda. Isso significa que aumentos e quedas no preço do BTC impactam no valor de todas as altcoins

2) Ninguém sabe quem criou o Bitcoin

O artigo contendo as instruções para a criação do Bitcoin surgiu em uma lista de e-mail em outubro de 2008. O documento descrevia um sistema matemático que seria capaz de assegurar transações online entre dois usuários sem a necessidade de uma instituição intermediária.

Ele foi assinado pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto, cuja verdadeira identidade permanece desconhecida. Não se sabe ao menos se o nome foi usado por apenas uma pessoa ou por um grupo de entusiastas. A única certeza é que a ideia da criptomoeda tem origem no conceito libertário e na cultura cyberpunk.

Em homenagem ao criador, a menor subunidade do Bitcoin se chama Satoshi: 1 Satoshi é equivalente a 0,00000001 bitcoin.

3) Altcoins evoluíram o código do Bitcoin

Bitcoin é a criptomoeda mais valorizada do mercado, mas certamente não é a que conta com mais vantagens. Desde o seu surgimento, outros desenvolvedores criaram moedas nas mesmas bases, mas com outras funcionalidades. Moedas como a Dash, por exemplo, introduziram as Masternodes, que são responsáveis por acelerar a aprovação das transferências e dar anonimato às transações.

4) Criptomoedas são uma espécie de recompensa

As criptomoedas são baseadas na blockchain, um sistema de verificação em rede que checa a validade das transações. Essa checagem requer cálculos matemáticos complexos realizados por computadores potentes e, muitas vezes, especializados. Ao realizar a tarefa, as máquinas recebem moedas como recompensa pelo trabalho. O número de moedas é dividido conforme o poder de processamento dos computadores, em uma quantidade que varia de moeda para moeda. Essa atividade é chamada de mineração.

A rede do Bitcoin surgiu em 2009, quando Nakamoto executou os cálculos iniciais de validação e recebeu as primeiras 50 moedas como recompensa. Desde então, porém, a recompensa diminuiu conforme previsto no código. No pico de preço da moeda, as moedas recebidas por Nakamoto passaram a valer US$ 895 mil.

 

Tipos de investidores e suas características

Ao decidir fazer investimentos, você deve conhecer muito bem as alternativas de aplicações e a sua atuação. Para tanto, é preciso conhecer os tipos de investidores e identificar qual deles corresponde aos seus interesses.

Ao reconhecer suas características e diferenças, será possível vislumbrar qual é o melhor caminho a seguir. Como resultado, os efeitos tendem a ser otimizados e a segurança também fica ampliada.

Independente do seu perfil, o fato é que conhecê-lo ajudará na conquista de resultados otimizados.

Conheça os tipos de investidores e entenda em qual grupo você se encaixa.

 

Características de cada perfil de investidor

Conservador: é aquele investidor que prioriza a preservação dos seus recursos acima de tudo. Não assume riscos que possam comprometer seu patrimônio, ainda que a rentabilidade seja abaixo da média. É o que menos tolera perdas e falta de liquidez.

Os extremamente conservadores preferem opções tradicionais, como investimentos na renda fixa pré-fixados ou com alta liquidez, como é o caso da poupança.

 Moderado: é o investidor que assume riscos um pouco maiores em busca de rentabilidade superior à média do mercado. Dá importância à segurança. Por isso, busca investir de forma equilibrada em diversas classes de ativos, como renda fixa, ações e fundos multimercados.

Investidores moderados toleram certo risco, como menor liquidez e perdas controladas, mas não abrem mão da preservação do seu patrimônio. Assim, os ativos de risco não ocupam uma grande porção da carteira de investimentos.

São pessoas com um pouco mais de conhecimento sobre o mercado. Elas também têm patrimônio suficiente para diversificar e objetivos de médio e longo prazo, além das metas de curto prazo. Podem destinar parte do patrimônio a ativos com maior volatilidade e menor liquidez.

Agressivo: é aquele investidor com elevado apetite ao risco, ou seja, aqueles dispostos a colocar o dinheiro em opções menos garantidas, mas que podem gerar a maior rentabilidade entre todos os casos.

O investidor agressivo tem um percentual maior da carteira em renda variável do que os moderados. Prioriza a rentabilidade do investimento.

São pessoas que, além de compreenderem o mercado financeiro, têm o desejo de multiplicar o patrimônio no longo prazo.

 

 

Moedas digitais: medidas para investir com segurança

Quem investe ou planeja investir em moedas digitais, precisa ter em mente que um dos cuidados essenciais para evitar problemas é reforçar a segurança. Com o aumento de ataques e fraudes online, é fundamental a proteção de dados pessoais.

Escolha uma exchange (corretora) confiável

Na hora de escolher uma corretora para negociar as moedas digitais, o usuário precisa buscar informações sobre a reputação da empresa e entender se a mesma tem uma infraestrutura tecnológica confiável e segura, com equipes dedicadas.

Navegue em sites seguros

Jamais clique em links inseridos em e-mails com propostas de investimentos em criptomoedas e evite fazer negociações em sites desconhecidos. Uma forma de validar o endereço eletrônico é digitá-lo diretamente no navegador.

Crie uma senha forte

No momento de cadastrar-se na corretora para comprar as moedas digitais, o investidor deve escolher uma senha de acesso com 15 caracteres ou mais, que combine números, símbolos, letras maiúsculas e minúsculas. É importante também que nunca compartilhe esta senha e não a utilize em outros serviços, como e-mails e acesso a perfis em redes sociais.

Use a autenticação em dois passos 

O internauta deve instalar um aplicativo que realize esse tipo de autenticação, no qual, além de login e senha, deve fornecer um token – uma sequência de números que aparece no aplicativo de celular no momento de cada login.

Utilize um sistema para monitorar vazamento de senhas online

Vale utilizar serviços online gratuitos que notificam o internauta sempre que suas senhas vazam na internet, o que permite trocar imediatamente a senha e não a reutilizar.

Evite utilizar computadores de outras pessoas

Ao acessar a corretora de moedas digitais, o usuário deve utilizar seu próprio computador e evitar equipamentos de terceiros. Caso acesse o site pelo PC de outra pessoa, certifique-se de sair do serviço e não salvar senhas ou informações. Se for estritamente necessário fazer um de um computador compartilhado, faça uso da função “navegação anônima”. Ao concluir, feche completamente o navegador.

Um bom antivírus sempre ajuda

Utilize um bom antivírus e instale todas as atualizações solicitadas pelo sistema. Um antivírus não é impenetrável, portanto baseie sua segurança ao seu comportamento online mais do que na solução antivírus.

Não se conecte a redes Wi-Fi abertas 

Na hora de acessar a Exchange, não use redes Wi-Fi abertas (aquelas que não pedem senhas para a conexão inicial). Nesses casos, dê prioridade ao 4G do smartphone e o utilize como um roteador. Quando for “inevitável” usar o Wi-Fi público, é importante só acessar serviços em sites que utilizem HTTPS/SSL (cadeado no site).

Trader: Entenda o que faz um profissional da área

A denominação trader é utilizada no setor de comércio exterior, pois remete aos responsáveis por negociações de todo tipo. Não por acaso, já que a tradução ao pé da letra é ‘comerciante’. Já no mercado financeiro, define os negociantes que possuem diversas operações ao mesmo tempo, em ativos da renda variável (mais comuns).

Dessa forma, os traders podem chegar a executar centenas de ordens financeiras num mesmo dia no chamado day trade. O objetivo é lucrar com operações, em sua maioria, de curto prazo, e em posições que se beneficiem da volatilidade do mercado de ações, forex, fundos quantitativos, commodities, entre outros.

Seus papéis são de extrema importância nesse cenário. Isso porque são eles quem trazem liquidez e precificam os ativos do mercado.

 

Formação

Não é preciso ter uma formação específica. Você pode ser economista, médico, engenheiro, designer ou professor de filosofia e mesmo assim se tornar um ótimo profissinal. Contudo, conhecer os conceitos de economia e entender o que pode influenciar os preços dos ativos negociados em Bolsa são fundamentais para conseguir ter sucesso neste mercado. Por isso que, apesar dessa flexibilidade, o trader geralmente possui formação em diversos cursos de exatas ou então em administração e economia nas áreas de humanas.

 

Mercado

A partir de 2008, com a entrada dos robôs que arbitram nesse mercado, houve um aumento de liquidez. Isso permitiu ao trader operar com mais capital.

Como o trader ganha tanto na alta quanto na queda dos preços, pouco importa para ele se o mercado financeiro está subindo ou caindo. Se a Bolsa em queda por um lado prejudica investimentos de longo prazo, por outro ela traz muita volatilidade ao mercado, o que é bom para o trader, que consegue mais espaço para especulação.

O trader deve escolher em qual mercado irá atuar. Todos eles possuem características próprias e abrangem um determinado perfil de investidor. Dessa maneira, é preciso conhecer os detalhes para que se possa operar com êxito. As opções são inúmeras! Ações, criptomoedas, forex e mercado futuro.

Como funciona a regulamentação de moedas digitais?

Não é de hoje que se fala na regulamentação de moedas digitais. O assunto ainda é novidade para muita gente, mas desde 2014 a Receita Federal estipula a cobrança de Imposto de Renda sobre moedas digitais.

Como é a regulamentação das moedas digitais no mundo

moedas digitais

As moedas, portanto, fogem do alcance dos governos e de quaisquer órgãos financeiros. Isso fez com que muito governo quebrasse a cabeça para bolar um método eficiente de regulamentar essa prática. Enquanto alguns países colocaram o Bitcoin na ilegalidade, como Bangladesh, Afeganistão, Bolívia e Equador, outros articularam métodos de regulamentação da moeda digital.

Na Polônia, por exemplo, se taxou a mineração de Bitcoins porque se enquadrou a atividade como um serviço e, consequentemente, a venda de Bitcoins estaria sujeita a cobrança de IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado). Mais tarde, desclassificou-se as moedas digitais como atividade econômica, e foi decidido que só haveria cobrança de imposto caso se tratasse de uma empresa que realizasse qualquer atividade profissional de domínio financeiro como emissão de moedas, serviços bancários.

A dificuldade central, portanto, consiste na própria conceitualização das Bitcoins. Falta um consenso do que seria uma Bitcoin. É uma propriedade, uma mercadoria, uma commodity, um protocolo? De que modo regulamentar algo que sequer se sabe o que é ao certo? Essa dificuldade se repete em outros países que tentam regulamentar as Bitcoins, como os EUA, China, Rússia e Israel.

Por que regulamentar as Bitcoins?

Além de grandes quantias de capital que foge nos radares dos governos e do sistema financeiro tradicional, há uma série de fatores que colocam a regulamentação das moedas digitais em pauta.

Lavagem de dinheiro: quando se fala na importância da regulamentação das moedas digitais, um dos argumentos mais frequentes é o da lavagem de dinheiro. Lavar dinheiro consiste, basicamente, em disfarçar a natureza, origem, localização, movimentação e propriedade de valores para dar aos mesmos um caráter lícito. A argumentação, portanto, baseia-se no fato de a moeda digital ocultar a identidade dos envolvidos em uma transação e também na falta de controle governamental sobre essa circulação de capital, como um facilitador para o crime de lavagem de dinheiro.

Práticas ilícitas: uma das grandes polêmicas em relação às Bitcoins é o seu uso para práticas ilegais, como tráfico de pessoas, armas e drogas. O caso Silk Road, quando um um grande esquema de tráfico de drogas e armas foi descoberto na Darknet e utilizava moedas digitais como método de pagamento é central nas discussões.

Economia: alguns críticos defendem que poderá haver, futuramente, uma bolha na moeda digital, e essa bolha, fatalmente, virá a estourar. Ainda que o Bitcoin já tenha oito anos e não demonstre sinais de que vá acabar tão cedo, especialistas entendem que o Bitcoin, como uma moeda deflacionária, pode estagnar o crescimento das economias dos países toda a vez que o seu valor subir. A lógica é que, ao invés de consumir, será mais vantajoso poupar. Assim, haveria um risco de recessão em larga escala.

E você, é a favor ou contra a regulamentação das moedas digitais?

 

Fonte: www.projuris.com.br

 

pagar com bitcoin

O que eu posso comprar com os meus Bitcoins?

O bitcoin e outras criptomoedas, estão mudando a vida de milhares de pessoas nos mais diferentes aspectos. Carro, viagens, apps: já passam de 11 mil os estabelecimentos que incluem a criptomoeda como forma de pagamento.

Usar moedas virtuais para a aquisição de produtos e serviços começa a ficar cada vez mais comum. Conseqüentemente, carteira no bolso pode se tornar uma raridade no futuro.

Bitcoin

Lista de serviços

A lista de serviços que podem ser pagos em criptomoedas só aumenta.  A Microsoft  vende em bitcoins apps, músicas e jogos de Xbox na sua loja virtual. A Bloomberg.com aceita bitcoin de seus assinantes, e o aplicativo de relacionamento OkCupid libera uma lista de recursos premium em troca das moedas virtuais. Empresas como a Dell já aceitam o pagamento de seus novos aparelhos. Sejam eles PCs comuns, notebooks ou máquinas gamers, e até de acessórios. Basta acessar a loja online da empresa e partir para as compras.

As universidades de Lucerne, na Suíça, e Draper, na Califórnia, aceitam bitcoins no pagamento de suas mensalidades e devem ser seguidas por outras faculdades ao redor do mundo.

No Brasil, é possível encontrar estúdios de fotografia, serviços de informática, clínicas de estética e outros estabelecimentos que já trocam serviços por moedas virtuais.

 

Como funciona?

Para poder desfrutar de cada um dos serviços  disponíveis, você precisará usar o conceito de carteira virtual. Essa carteira virtual pode ser tanto online quanto offline, ainda assim é nela que você guardará todos os seus Bitcoins.

Quando você quer comprar algo na internet usando o Bitcoin, você deverá transferir da sua carteira para a carteira da empresa da qual está comprando o bem ou o serviço. As carteiras são identificadas por códigos formado por letras e números extensos.

Você deverá usar uma casa de câmbio para transferir os Bitcoins, há várias tanto no Brasil, como no exterior. Aí basta acessar a parte de transferir criptomoedas e informar de qual carteira ela vai sair para qual carteria ela vai entrar e pronto. Dependendo da casa de câmbio poderá ser cobrada uma pequena taxa para isso.

Quais criptomoedas comprar? Aprenda a analisar

Com o crescimento do mercado de criptomoedas, cada vez mais pessoas estão ganhando muito dinheiro e vendo valorizações astronômicas nos seus investimentos. Mas existem milhares de moedas virtuais diferentes, como saber qual delas você deve comprar? Não existe fórmula mágica, o que existe são procedimentos sensatos que quando seguidos adequadamente, podem gerar ótimos resultados.

 

Entenda a proposta da criptomoeda

Qual o problema que essa criptomoeda está se propondo a resolver? Já sabemos que o Bitcoin se propõe a resolver o problema das transações financeiras, permitindo que cada usuário seja seu próprio banco, sem depender de intermediários, é uma enorme inovação.

É fundamental entender exatamente qual o diferencial da criptomoeda que você está analisando, se existem vantagens, conceitos inovadores, e não apenas isso, mas se esses conceitos fazem sentido e têm potencial de serem utilizados massivamente no futuro.

Para conhecer a proposta, visite o site da moeda, assista os vídeos instrutivos, dê uma analisada (mesmo que seja superficial) no white paper da moeda.

 

Descubra quem é a equipe que está desenvolvendo a criptomoeda

Procure no website pelo “team” da moeda, ou seja, quem são as pessoas que estão por trás do projeto. Geralmente as criptomoedas mostram não apenas os nomes das pessoas, mas também mostram seus perfis, títulos acadêmicos, experiências, etc. Isso é muito importante! Um bom projeto precisa de uma boa equipe.

 

Considere o market cap da moeda

Market cap é o volume financeiro associado à moeda. No site Coinmarketcap você pode descobrir isso facilmente, inclusive comparando com outras criptomoedas.

Market caps grandes significam que a moeda é bastante popular, possuindo muitos investidores. Isso é um sinal positivo por um lado, afinal mostra que mais pessoas estão acreditando no projeto. Por outro lado, é um sinal negativo, pois talvez represente que a moeda tem pouco espaço para crescer e valorizar mais.

Não se iluda investindo em moedas apenas por que elas estão “baratas”. Lembre-se sempre que o mercado não é bobo, se uma moeda está barata deve ser por que não tem muito valor e você pode perder todo o seu capital. Invista primeiro em fundamentos, depois cogite o potencial. Até por que potencial é algo relativo, é possível que uma moeda que esteja em 3º lugar geral em market cap (ou seja, aparentemente já está muito valorizada) cresça ainda muito mais e supere o próprio Bitcoin. Quem irá definir isso são os fundamentos. Então coloque isso em primeiro lugar sempre.

ICO: conheça a modalidade de investimentos que está dominando o mercado

Nos últimos meses, surgiu uma tendência no mundo dos ativos virtuais chamado de ICO (Oferecimento Inicial de Moedas), que é a venda de tokens de determinada empresa, tokens que dão direito a lucros ou descontos em serviços, e é sobre isso que vamos falar.

Uma ICO é a oferta inicial de tokens (moedas digitais) ofertadas por uma empresa, geralmente para angariar fundos e financiar o desenvolvimento do projeto.
Muitas empresas, startups e corporações lançaram suas ICOs nos últimos meses. Só em 2017, o valor arrecado pelas ICOs ao redor do mundo foi de 2 bilhões de dólares.
Um dos grandes diferenciais das ICOs são a praticidade e falta de burocracia. Qualquer pessoa pode investir rapidamente, em menos de uma hora, e talvez até montar um portfólio de tokens digitais a longo prazo.

É recomendado investir em ICO?

Há riscos em investir em ICOs, assim como qualquer investimento. É importante fazer uma análise detalhada da proposta, pesquisar a reputação da empresa e de seus integrantes,e o principal, confiar na proposta da empresa que está oferecendo seus tokens.

As ICOs apresentam um grande potencial de retorno. Para aqueles que querem investir em mercados digitais, ficar só nas grandes moedas pode ser uma limitação.

Segundo o CEO Changpeng Zhao, é muito mais fácil capitalizar uma nova empresa através de uma ICO do que através dos meios tradicionais de levantar capital para uma startup.

Como investir numa ICO?

O passo a passo para investir em uma ICO é, basicamente:

* Fazer o cadastro em qualquer corretora de moedas digitais;
* Efetuar a compra de algum criptoativo;
* Criar sua conta no site do ICO, pegar o ID da Wallet de pagamento e efetuar a transferência.
Assim, logo que a transferência for creditada, seus tokens estarão disponíveis na plataforma.

Para quem se interessou, acesse agora o site da  Exchange e pegue a sua conta gratuita para começar a operar compra e venda de criptomoedas!