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Como Viver de Bitcoin sendo um Trader Digital

Viver de trading de bitcoin e altcoins é um objetivo de muitas pessoas. Poder trabalhar em casa, sem horário fixo, sem enfrentar congestionamentos e sendo recompensado por seus esforços e estratégias.

3 características iniciais importantes

Muitas pessoas perguntam sobre o que é necessário para se tornar Trader de Bitcoin. São basicamente, três características:

1º) Conhecimento técnico: Pois, o trabalho do trader, é basicamente, comprar bitcoins ou altcoins por preços maiores. Mas, como saber quando as moedas compradas irão valorizar? Ou quando é uma boa hora para comprar? Para isto existe uma série de técnicas, que ajudam a identificar as probabilidades maiores do que vai acontecer com o preço das moedas, se irão subir ou descer.

 

2º) Experiência: É o dia a dia ganhando mais conhecimento prático, conhecendo como o bitcoin e as altcoins variam e controlando as emoções.

 

3º) Investimento: Para trabalhar como trader de criptomoedas é necessário investir. Mas diferente do que muitas pessoas pensam, não é necessário ter muitos recursos para investir.

 

Você deve se perguntar: “Mas quanto é possível ganhar como trader de bitcoin/altcoins? ”

 

Primeiramente, é necessário explicar, que como qualquer investimento, é um mercado de risco. Não existe dinheiro “Garantido”. Mas, com as ferramentas e o conhecimento necessário, não existem limites, para que você possa alcançar bons retornos. A poupança oferece 0% de risco, mas te oferece 0,5% de lucro. O que a poupança rende em 1 mês, você pode alcançar em uma operação, em poucos minutos.

Algo importante que você também deve conhecer é o ritmo de trabalho de um trader.

 

O Ritmo de trabalho pode variar muito. Você pode ser um trader que opera diariamente, comprando e vendendo, ganhando aos poucos e aproveitando as oportunidades que surgem no dia a dia. Você também pode operar em períodos mais longos, ganhando valores maiores, sendo um trabalho flexível, de acordo com suas escolhas e suas estratégias, e uma boa opção para caso você já tenha um trabalho e deseja aumentar seus rendimentos.

Treinamento de Trader de Criptomoedas

Se você deseja ser um trader de bitcoin e altcoins, o primeiro passo é aprender as técnicas necessárias para o trabalho. Você aprenderá as principais técnicas para que possa ter bons rendimentos.

Por fim, se você deseja trabalhar em casa através da internet, trabalhar como trader de criptomoedas é uma excelente opção. Mas é importante lembrar que dedicação e aprendizado constante são características essenciais para o sucesso.

 

criptomoedas

Sete passos para seu dinheiro render com criptomoedas

As criptomoedas podem ser uma ótima opção de investimento. Entenda o que são as moedas virtuais e como investir com segurança nesse novo mundo.

Já se passaram dez anos desde que o bitcoin surgiu e deu início a um futuro em que as moedas não dependem de bancos centrais para existir. De 2008 para cá, dois fenômenos importantes aconteceram: a moeda se valorizou absurdamente – dos iniciais US$ 0,003, hoje 1 bitcoin vale US$ 8.185. Ainda que a cotação tenha dado saltos e tomado tombos, a tendência, em longo prazo, é de crescimento. Quando se consolidar, o bitcoin vai ser tornar um ativo tão valioso quanto o ouro – será o ouro da internet.

O outro fenômeno foi a criação de centenas de criptomoedas. Muitas delas passaram a ser usadas para projetos de financiamento coletivo, outras começaram a revolucionar dezenas de setores da economia. Ou seja: as moedas virtuais são uma tendência inovadora. E tudo nesse universo é muito novo e cheio de oportunidades.

Quer fazer parte do futuro? Então siga estes sete passos para investir com segurança.

  1. Faça a lição de casa: 

    O bitcoin continua sendo a moeda mais comercializada, mas existem muitas opções. Para escolher uma moeda virtual, pesquise seu histórico e sua cotação.

  2. Entenda a tecnologia: 

    Não entre no mundo das moedas cripto só pelo hype. Saiba como elas funcionam, pelo menos o básico – resposta curta: são baseadas em blockchains, cadeias de blocos de dados com criptografia.

  3. Programe-se:

    Investir em criptomoeda não é tão diferente de investir no mundo “real”. É preciso programar quanto você vai colocar, e por quanto tempo e com qual objetivo.

  4. Crie sua carteira digital: 

    É bastante simples abrir uma conta pessoal – em geral, basta informar alguns dados pessoais, como o número do RG, com foto.

  5. Cuide da segurança: 

    De nada adianta a plataforma ser confiável e o blockchain garantir a legitimidade das transações se você compartilhar suas senhas de acesso.

  6. Seja cauteloso: 

    Esse ainda é um mercado que oscila muito. Por isso, sair correndo na primeira baixa, ou tentar sacar o dinheiro quando a cotação subir do dia para a noite, não é nada indicado.

  7. Peça ajuda: 

    Você até pode fazer tudo isso sozinho. Mas existem no mundo, corretoras de confiança, que aumentam a segurança para o investidor e ajudam a atuar de forma eficiente e ágil. Assim você potencializa seus lucros!

mineração de criptomoedas

3 coisas que você precisa saber sobre mineração de criptomoedas

O que é minerar criptomoedas? A mineração é lucrativa? Está dentro da lei possuir, usar ou minerar criptomoedas? Confira as respostas para estas três questões.

Minerar criptomoedas: o que isso significa?

Essa resposta, na verdade, abrange muitos mitos que existem em torno do assunto. Minerar criptomoedas não é encontrar, descobrir ou fabricar novas moedas, mas sim o conjunto de processos necessários para validar e processar as transações de uma criptomoeda.

No caso do bitcoin, a mineração envolve a validação e registro de transações na cadeia de blocos (blockchain). Cada bloco é ligado ao anterior por um elo, um código chamado “hash”. Juntos, eles formam uma “corrente de blocos”, ou “blockchain”. Os responsáveis por montar a “blockchain” são os chamados mineradores. Este trabalho requer esforço e custo computacional, o que garante a complexidade para escrever novos blocos de transações no registo, evitando que um cibercriminoso possa gerar um bloco falso e o adicione à rede ou que modifique um bloco existente.

Nem todas as criptomoedas funcionam da mesma maneira, já que a forma para minerar depende do sistema que é usado pela cadeia de blocos ou o algoritmo de cada criptomoeda. No entanto, todos eles têm algo em comum: os mineradores não realizam operações inúteis, eles são necessários para manter a estabilidade e a segurança da rede. Como o trabalho deles é tão importante, os mineradores cobram uma quantia em dinheiro pelo trabalho de mineração.

No caso do bitcoin, por exemplo, toda vez que um minerador encontra um bloco válido, ele é recompensado com 12,5 bitcoins. O pagamento é feito com as moedas que estão na reserva e que, nesse momento, entram em circulação, razão pela qual se acredita erroneamente que a mineração com criptomoedas envolve a geração de novas moedas. As moedas já estão previamente definidas, no entanto, através da mineração, novas moedas são colocadas em circulação.

É lucrativo minerar criptomoedas?

Certamente você já ouviu falar sobre as grandes fazendas de mineração de bitcoins, que consistem em enormes datacenters próximos a usinas de energia ou abrigados no frio da Islândia. Isso faz com que muitas pessoas pensem que a mineração de bitcoin já é uma questão de grandes empresas e que é impossível participar. Em parte, isso é verdade, mas não porque seja impossível, mas porque a concorrência é tão grande que não é muito lucrativo investir no equipamento necessário para minerar bitcoins.

Enquanto o Bitcoin é a primeira criptomoeda e a mais popular, existem mais de 100 alternativas, como altcoins.

Cada uma dessas moedas tem seus próprios algoritmos e custos de mineração. Em muitos deles é possível participar com apenas uma boa placa de vídeo, ou mesmo com um computador tradicional.

Por exemplo, o Ethereum é considerado a segunda criptomoeda mais usada depois do bitcoin. É possível extraí-la de uma placa de vídeo e de um software específico. Por outro lado, também temos o Monero, que se tornou muito popular por ser minerado simplesmente através de um script que é executado em um navegador – particularidade que é aproveitada por muitos cibercriminosos através de novas técnicas, como o criptojacking.

Uma alternativa rentável são os pools de mineração. Tratam-se de grupos de usuários que se juntam com o objetivo de unir o poder computacional de todos os participantes e assim ter uma melhor chance de encontrar blocos válidos e ganhar a recompensa, que eles dividem entre todos. Existem diferentes tipos de pools de mineração. Alguns mais estáveis ​​e outros mais lucrativos, dependendo do volume de trabalho tratado por cada pool.

Está dentro da lei possuir, usar e minerar criptomoedas?

As leis não são as mesmas para todos os países, portanto, não é fácil generalizar uma resposta.

As criptomoedas funcionam de maneira descentralizada e fora do sistema bancário tradicional. No entanto, estes tipos de moedas não são intocáveis. De fato, os regulamentos já estão sendo implementados em vários países no que diz respeito a transações de moedas digitais.

O único País que não permite o uso de moedas estrangeiras que não tenham uma validação legal é a Bolívia. É muito provável que você tenha sérios problemas para usar criptomoedas lá, ou até mesmo minerar.

Embora as criptomoedas estejam fortemente associados ao cibercrime, não devemos esquecer que essas moedas são ferramentas muito poderosas que proporcionam grandes benefícios para as transações financeiras na era digital.

Quanto ao resto da América Latina, os regulamentos referentes ao uso e a posse de criptomoedas são nulos ou escassos. O que nos permite utilizá-las com tranquilidade, sempre e quando estejam relacionadas com negócios e operações legais.

Se você estiver interessado em entrar no mundo da mineração, não se esqueça de tomar as medidas de segurança apropriadas. Tanto para proteger seu dispositivo de mineração quanto para proteger as criptomoedas que possam ser adquiridas pelo trabalho.

trading de criptomoedas

7 sinais que indicam vício no trading de criptomoedas

As criptomoedas já fazem parte da vida de muita gente. Existem pessoas envolvidas no trading e outras que escrevem sobre moedas virtuais e tudo aquilo que está à sua volta. Independentemente daquilo que faz, se está constantemente a verificar a evolução do preço da Bitcoin ou de outras moedas o mais provável é que esteja a sofrer de vício no trading de criptomoedas.

Alguns sintomas…

Existem sintomas que podem ser detetados por terapeutas que indicam que uma pessoa pode sofrer de vício no trading de criptomoedas. Aliás, clínicas ao redor do mundo já expandiram a sua área de atuação e agora, em vez de apenas tratarem de pessoas com o vício do jogo, também já procuram ajudar pessoas viciadas e obcecadas com criptomoedas.

Alguns dos sintomas mais comuns são:

  • Passar muito tempo com o trading de criptomoedas ou a pensar no assunto.
  • Verificar constantemente a evolução do preço de criptomoedas
  • Existência de dívidas ou sérios problemas financeiros que derivam do trading de criptomoedas
  • Mentir aos amigos ou pessoas mais próximas acerca da quantidade de tempo gasta com o trading de criptomoedas
  • Mudanças drásticas de humor sentindo-se deprimido e ansioso
  • Visão irrealista de sorte e pensar que se vai ter lucro “para a próxima vez”
  • Baixo rendimento no trabalho e deixar de socializar para se dedicar ao trading de criptomoedas.

Infelizmente, em certos casos, as próprias pessoas obcecadas com criptomoedas têm dificuldade em reconhecer estes comportamentos no seu dia-a-dia. E muitas vezes, quando as pessoas têm lucro não se apercebem dos efeitos negativos das criptomoedas. Só quando acontece algo grave, como falência ou problemas sociais derivados das criptomoedas e do seu trading é que as pessoas reconhecem que algo não está bem.

Criptomoedas: Quando se tornam num vício…

De acordo com certos terapeutas toda a gente tem tendência a ficar viciado no trading de criptomoedas; mesmo aquelas pessoas que apenas o fazem por diversão. Sem que as pessoas se apercebam acaba por se tornar num jogo viciante.

Ao contrário do trading de stocks, o trading de criptomoedas envolve menos regras e, como muitas vezes existem grandes variações de preço, torna-se muito mais entusiástico.

Não há dúvida que o mundo das criptomoedas é muito interessante e que é possível fazer dinheiro fazendo os investimentos certos mas existe sempre um fator de risco que é necessário considerar. Lembre-se que quando existe moderação é possível fazer de tudo.

Criptomoedas: 10 dicas para minimizar o risco com hackers

Ao longo de todo o último ano, o valor roubado em criptomoedas passa de US$ 1,2 bilhão, segundo dados de uma pesquisa da ONG Grupo de Trabalho Anti-Phishing (APWG).

hacker criptomoedas

Para minimizar os riscos do cibercrime e salvar a pele de empresas e investidores do universo das criptomoedas, veja algumas dicas:

1. Crie um e-mail exclusivamente para tratar com sua corretora de criptomoedas, e não use esta conta para qualquer outro fim.

2. Nada de senhas óbvias: utilize senhas longas e complexas, composta de letras, números, símbolos, maiúsculas e minúsculas. É uma dica fácil, mas comumente ignorada.

3. Ainda em relação às senhas, jamais as armazene no computador.

4. Caso a corretora de sua conta de criptomoedas requeira autenticação de dois passos baseada em SMS e recuperação por e-mail, desative este recurso. Muitos hackers utilizam ataques por meio do número de telefone do usuário para invadir suas contas e roubá-los, convém não arriscar.

5. Pelo mesmo motivo, entre em contato com sua operadora de celular e solicite um código de acesso para sua linha telefônica.

6. Nunca exponha seu investimento em criptomoedas. Não fale sobre ele nas redes sociais, sites, fóruns ou qualquer espaço público.

7. Diversifique as corretoras onde fará seus investimentos em criptomoedas e utilize um e-mail e senha únicos para cada conta. Dificilmente um hacker invadirá todas. Neste caso, se for atacado, você não terá prejuízo total.

8. Manter as criptomoedas moedas offline, em uma cold wallet, também pode ser muito útil.

9. Hackers podem se passar por potenciais receptores de bitcoins. Para se proteger disso, tenha máximo cuidado com as corretoras escolhidas. Prefira empresas de idoneidade comprovada pelo mercado, e confira com outros usuários sua experiência com a companhia.

10. Muita atenção a ofertas de serviços relacionado a bitcoins, como plataformas de câmbio. Já houve casos em que empresas apresentaram esta oferta e, após receber os bitcoins, desapareceram da Internet. Este tipo de agente se oculta na deep web ou em plataformas de investimento de risco, então evite arriscar-se por estes caminhos.

Quatro curiosidades sobre criptomoedas

As criptomoedas ganharam popularidade em 2017 com o aumento de preço da mais famosa delas, o Bitcoin. Desde então, as moedas digitais passaram a ser negociadas em grande escala em corretoras no mundo todo, mesmo sem a gestão de uma entidade central.

Contudo, são poucos que realmente conhecem o sobre as moedas criptográficas, e o envolvimento desse ativo em golpes na Internet acaba gerando dúvidas entre os leigos.

Conheça sete fatos que ajudarão você a esclarecer o conceito de criptomoedas e entender um pouco mais sobre essa tecnologia.

1) Existem milhares de moedas além do Bitcoin

O Bitcoin (conhecido pela sigla BTC) está longe de ser a única criptomoeda. Embora tenha sido a primeira, existem hoje mais de 1.600 moedas digitais similares listadas no Coin Market Cap. Elas são chamadas de altcoins. O número é maior ao considerar as novas moedas que não alcançaram volume suficiente para serem contabilizadas pelo portal, caso das brasileiras Blood Donation Coin, Niobio Cash e ZCore.

O valor mais alto e o maior volume de transações tornam o Bitcoin a principal moeda do mercado, servindo como referência para as criptos assim como o dólar é para o sistema financeiro tradicional. Corretoras online normalmente usam o Bitcoin como base para calcular o preço das outras moedas à venda. Isso significa que aumentos e quedas no preço do BTC impactam no valor de todas as altcoins

2) Ninguém sabe quem criou o Bitcoin

O artigo contendo as instruções para a criação do Bitcoin surgiu em uma lista de e-mail em outubro de 2008. O documento descrevia um sistema matemático que seria capaz de assegurar transações online entre dois usuários sem a necessidade de uma instituição intermediária.

Ele foi assinado pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto, cuja verdadeira identidade permanece desconhecida. Não se sabe ao menos se o nome foi usado por apenas uma pessoa ou por um grupo de entusiastas. A única certeza é que a ideia da criptomoeda tem origem no conceito libertário e na cultura cyberpunk.

Em homenagem ao criador, a menor subunidade do Bitcoin se chama Satoshi: 1 Satoshi é equivalente a 0,00000001 bitcoin.

3) Altcoins evoluíram o código do Bitcoin

Bitcoin é a criptomoeda mais valorizada do mercado, mas certamente não é a que conta com mais vantagens. Desde o seu surgimento, outros desenvolvedores criaram moedas nas mesmas bases, mas com outras funcionalidades. Moedas como a Dash, por exemplo, introduziram as Masternodes, que são responsáveis por acelerar a aprovação das transferências e dar anonimato às transações.

4) Criptomoedas são uma espécie de recompensa

As criptomoedas são baseadas na blockchain, um sistema de verificação em rede que checa a validade das transações. Essa checagem requer cálculos matemáticos complexos realizados por computadores potentes e, muitas vezes, especializados. Ao realizar a tarefa, as máquinas recebem moedas como recompensa pelo trabalho. O número de moedas é dividido conforme o poder de processamento dos computadores, em uma quantidade que varia de moeda para moeda. Essa atividade é chamada de mineração.

A rede do Bitcoin surgiu em 2009, quando Nakamoto executou os cálculos iniciais de validação e recebeu as primeiras 50 moedas como recompensa. Desde então, porém, a recompensa diminuiu conforme previsto no código. No pico de preço da moeda, as moedas recebidas por Nakamoto passaram a valer US$ 895 mil.

 

Tipos de investidores e suas características

Ao decidir fazer investimentos, você deve conhecer muito bem as alternativas de aplicações e a sua atuação. Para tanto, é preciso conhecer os tipos de investidores e identificar qual deles corresponde aos seus interesses.

Ao reconhecer suas características e diferenças, será possível vislumbrar qual é o melhor caminho a seguir. Como resultado, os efeitos tendem a ser otimizados e a segurança também fica ampliada.

Independente do seu perfil, o fato é que conhecê-lo ajudará na conquista de resultados otimizados.

Conheça os tipos de investidores e entenda em qual grupo você se encaixa.

 

Características de cada perfil de investidor

Conservador: é aquele investidor que prioriza a preservação dos seus recursos acima de tudo. Não assume riscos que possam comprometer seu patrimônio, ainda que a rentabilidade seja abaixo da média. É o que menos tolera perdas e falta de liquidez.

Os extremamente conservadores preferem opções tradicionais, como investimentos na renda fixa pré-fixados ou com alta liquidez, como é o caso da poupança.

 Moderado: é o investidor que assume riscos um pouco maiores em busca de rentabilidade superior à média do mercado. Dá importância à segurança. Por isso, busca investir de forma equilibrada em diversas classes de ativos, como renda fixa, ações e fundos multimercados.

Investidores moderados toleram certo risco, como menor liquidez e perdas controladas, mas não abrem mão da preservação do seu patrimônio. Assim, os ativos de risco não ocupam uma grande porção da carteira de investimentos.

São pessoas com um pouco mais de conhecimento sobre o mercado. Elas também têm patrimônio suficiente para diversificar e objetivos de médio e longo prazo, além das metas de curto prazo. Podem destinar parte do patrimônio a ativos com maior volatilidade e menor liquidez.

Agressivo: é aquele investidor com elevado apetite ao risco, ou seja, aqueles dispostos a colocar o dinheiro em opções menos garantidas, mas que podem gerar a maior rentabilidade entre todos os casos.

O investidor agressivo tem um percentual maior da carteira em renda variável do que os moderados. Prioriza a rentabilidade do investimento.

São pessoas que, além de compreenderem o mercado financeiro, têm o desejo de multiplicar o patrimônio no longo prazo.

 

 

Moedas digitais: medidas para investir com segurança

Quem investe ou planeja investir em moedas digitais, precisa ter em mente que um dos cuidados essenciais para evitar problemas é reforçar a segurança. Com o aumento de ataques e fraudes online, é fundamental a proteção de dados pessoais.

Escolha uma exchange (corretora) confiável

Na hora de escolher uma corretora para negociar as moedas digitais, o usuário precisa buscar informações sobre a reputação da empresa e entender se a mesma tem uma infraestrutura tecnológica confiável e segura, com equipes dedicadas.

Navegue em sites seguros

Jamais clique em links inseridos em e-mails com propostas de investimentos em criptomoedas e evite fazer negociações em sites desconhecidos. Uma forma de validar o endereço eletrônico é digitá-lo diretamente no navegador.

Crie uma senha forte

No momento de cadastrar-se na corretora para comprar as moedas digitais, o investidor deve escolher uma senha de acesso com 15 caracteres ou mais, que combine números, símbolos, letras maiúsculas e minúsculas. É importante também que nunca compartilhe esta senha e não a utilize em outros serviços, como e-mails e acesso a perfis em redes sociais.

Use a autenticação em dois passos 

O internauta deve instalar um aplicativo que realize esse tipo de autenticação, no qual, além de login e senha, deve fornecer um token – uma sequência de números que aparece no aplicativo de celular no momento de cada login.

Utilize um sistema para monitorar vazamento de senhas online

Vale utilizar serviços online gratuitos que notificam o internauta sempre que suas senhas vazam na internet, o que permite trocar imediatamente a senha e não a reutilizar.

Evite utilizar computadores de outras pessoas

Ao acessar a corretora de moedas digitais, o usuário deve utilizar seu próprio computador e evitar equipamentos de terceiros. Caso acesse o site pelo PC de outra pessoa, certifique-se de sair do serviço e não salvar senhas ou informações. Se for estritamente necessário fazer um de um computador compartilhado, faça uso da função “navegação anônima”. Ao concluir, feche completamente o navegador.

Um bom antivírus sempre ajuda

Utilize um bom antivírus e instale todas as atualizações solicitadas pelo sistema. Um antivírus não é impenetrável, portanto baseie sua segurança ao seu comportamento online mais do que na solução antivírus.

Não se conecte a redes Wi-Fi abertas 

Na hora de acessar a Exchange, não use redes Wi-Fi abertas (aquelas que não pedem senhas para a conexão inicial). Nesses casos, dê prioridade ao 4G do smartphone e o utilize como um roteador. Quando for “inevitável” usar o Wi-Fi público, é importante só acessar serviços em sites que utilizem HTTPS/SSL (cadeado no site).

Trader: Entenda o que faz um profissional da área

A denominação trader é utilizada no setor de comércio exterior, pois remete aos responsáveis por negociações de todo tipo. Não por acaso, já que a tradução ao pé da letra é ‘comerciante’. Já no mercado financeiro, define os negociantes que possuem diversas operações ao mesmo tempo, em ativos da renda variável (mais comuns).

Dessa forma, os traders podem chegar a executar centenas de ordens financeiras num mesmo dia no chamado day trade. O objetivo é lucrar com operações, em sua maioria, de curto prazo, e em posições que se beneficiem da volatilidade do mercado de ações, forex, fundos quantitativos, commodities, entre outros.

Seus papéis são de extrema importância nesse cenário. Isso porque são eles quem trazem liquidez e precificam os ativos do mercado.

 

Formação

Não é preciso ter uma formação específica. Você pode ser economista, médico, engenheiro, designer ou professor de filosofia e mesmo assim se tornar um ótimo profissinal. Contudo, conhecer os conceitos de economia e entender o que pode influenciar os preços dos ativos negociados em Bolsa são fundamentais para conseguir ter sucesso neste mercado. Por isso que, apesar dessa flexibilidade, o trader geralmente possui formação em diversos cursos de exatas ou então em administração e economia nas áreas de humanas.

 

Mercado

A partir de 2008, com a entrada dos robôs que arbitram nesse mercado, houve um aumento de liquidez. Isso permitiu ao trader operar com mais capital.

Como o trader ganha tanto na alta quanto na queda dos preços, pouco importa para ele se o mercado financeiro está subindo ou caindo. Se a Bolsa em queda por um lado prejudica investimentos de longo prazo, por outro ela traz muita volatilidade ao mercado, o que é bom para o trader, que consegue mais espaço para especulação.

O trader deve escolher em qual mercado irá atuar. Todos eles possuem características próprias e abrangem um determinado perfil de investidor. Dessa maneira, é preciso conhecer os detalhes para que se possa operar com êxito. As opções são inúmeras! Ações, criptomoedas, forex e mercado futuro.

Como funciona a regulamentação de moedas digitais?

Não é de hoje que se fala na regulamentação de moedas digitais. O assunto ainda é novidade para muita gente, mas desde 2014 a Receita Federal estipula a cobrança de Imposto de Renda sobre moedas digitais.

Como é a regulamentação das moedas digitais no mundo

moedas digitais

As moedas, portanto, fogem do alcance dos governos e de quaisquer órgãos financeiros. Isso fez com que muito governo quebrasse a cabeça para bolar um método eficiente de regulamentar essa prática. Enquanto alguns países colocaram o Bitcoin na ilegalidade, como Bangladesh, Afeganistão, Bolívia e Equador, outros articularam métodos de regulamentação da moeda digital.

Na Polônia, por exemplo, se taxou a mineração de Bitcoins porque se enquadrou a atividade como um serviço e, consequentemente, a venda de Bitcoins estaria sujeita a cobrança de IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado). Mais tarde, desclassificou-se as moedas digitais como atividade econômica, e foi decidido que só haveria cobrança de imposto caso se tratasse de uma empresa que realizasse qualquer atividade profissional de domínio financeiro como emissão de moedas, serviços bancários.

A dificuldade central, portanto, consiste na própria conceitualização das Bitcoins. Falta um consenso do que seria uma Bitcoin. É uma propriedade, uma mercadoria, uma commodity, um protocolo? De que modo regulamentar algo que sequer se sabe o que é ao certo? Essa dificuldade se repete em outros países que tentam regulamentar as Bitcoins, como os EUA, China, Rússia e Israel.

Por que regulamentar as Bitcoins?

Além de grandes quantias de capital que foge nos radares dos governos e do sistema financeiro tradicional, há uma série de fatores que colocam a regulamentação das moedas digitais em pauta.

Lavagem de dinheiro: quando se fala na importância da regulamentação das moedas digitais, um dos argumentos mais frequentes é o da lavagem de dinheiro. Lavar dinheiro consiste, basicamente, em disfarçar a natureza, origem, localização, movimentação e propriedade de valores para dar aos mesmos um caráter lícito. A argumentação, portanto, baseia-se no fato de a moeda digital ocultar a identidade dos envolvidos em uma transação e também na falta de controle governamental sobre essa circulação de capital, como um facilitador para o crime de lavagem de dinheiro.

Práticas ilícitas: uma das grandes polêmicas em relação às Bitcoins é o seu uso para práticas ilegais, como tráfico de pessoas, armas e drogas. O caso Silk Road, quando um um grande esquema de tráfico de drogas e armas foi descoberto na Darknet e utilizava moedas digitais como método de pagamento é central nas discussões.

Economia: alguns críticos defendem que poderá haver, futuramente, uma bolha na moeda digital, e essa bolha, fatalmente, virá a estourar. Ainda que o Bitcoin já tenha oito anos e não demonstre sinais de que vá acabar tão cedo, especialistas entendem que o Bitcoin, como uma moeda deflacionária, pode estagnar o crescimento das economias dos países toda a vez que o seu valor subir. A lógica é que, ao invés de consumir, será mais vantajoso poupar. Assim, haveria um risco de recessão em larga escala.

E você, é a favor ou contra a regulamentação das moedas digitais?

 

Fonte: www.projuris.com.br