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Como Viver de Bitcoin sendo um Trader Digital

Viver de trading de bitcoin e altcoins é um objetivo de muitas pessoas. Poder trabalhar em casa, sem horário fixo, sem enfrentar congestionamentos e sendo recompensado por seus esforços e estratégias.

3 características iniciais importantes

Muitas pessoas perguntam sobre o que é necessário para se tornar Trader de Bitcoin. São basicamente, três características:

1º) Conhecimento técnico: Pois, o trabalho do trader, é basicamente, comprar bitcoins ou altcoins por preços maiores. Mas, como saber quando as moedas compradas irão valorizar? Ou quando é uma boa hora para comprar? Para isto existe uma série de técnicas, que ajudam a identificar as probabilidades maiores do que vai acontecer com o preço das moedas, se irão subir ou descer.

 

2º) Experiência: É o dia a dia ganhando mais conhecimento prático, conhecendo como o bitcoin e as altcoins variam e controlando as emoções.

 

3º) Investimento: Para trabalhar como trader de criptomoedas é necessário investir. Mas diferente do que muitas pessoas pensam, não é necessário ter muitos recursos para investir.

 

Você deve se perguntar: “Mas quanto é possível ganhar como trader de bitcoin/altcoins? ”

 

Primeiramente, é necessário explicar, que como qualquer investimento, é um mercado de risco. Não existe dinheiro “Garantido”. Mas, com as ferramentas e o conhecimento necessário, não existem limites, para que você possa alcançar bons retornos. A poupança oferece 0% de risco, mas te oferece 0,5% de lucro. O que a poupança rende em 1 mês, você pode alcançar em uma operação, em poucos minutos.

Algo importante que você também deve conhecer é o ritmo de trabalho de um trader.

 

O Ritmo de trabalho pode variar muito. Você pode ser um trader que opera diariamente, comprando e vendendo, ganhando aos poucos e aproveitando as oportunidades que surgem no dia a dia. Você também pode operar em períodos mais longos, ganhando valores maiores, sendo um trabalho flexível, de acordo com suas escolhas e suas estratégias, e uma boa opção para caso você já tenha um trabalho e deseja aumentar seus rendimentos.

Treinamento de Trader de Criptomoedas

Se você deseja ser um trader de bitcoin e altcoins, o primeiro passo é aprender as técnicas necessárias para o trabalho. Você aprenderá as principais técnicas para que possa ter bons rendimentos.

Por fim, se você deseja trabalhar em casa através da internet, trabalhar como trader de criptomoedas é uma excelente opção. Mas é importante lembrar que dedicação e aprendizado constante são características essenciais para o sucesso.

 

criptomoedas

Sete passos para seu dinheiro render com criptomoedas

As criptomoedas podem ser uma ótima opção de investimento. Entenda o que são as moedas virtuais e como investir com segurança nesse novo mundo.

Já se passaram dez anos desde que o bitcoin surgiu e deu início a um futuro em que as moedas não dependem de bancos centrais para existir. De 2008 para cá, dois fenômenos importantes aconteceram: a moeda se valorizou absurdamente – dos iniciais US$ 0,003, hoje 1 bitcoin vale US$ 8.185. Ainda que a cotação tenha dado saltos e tomado tombos, a tendência, em longo prazo, é de crescimento. Quando se consolidar, o bitcoin vai ser tornar um ativo tão valioso quanto o ouro – será o ouro da internet.

O outro fenômeno foi a criação de centenas de criptomoedas. Muitas delas passaram a ser usadas para projetos de financiamento coletivo, outras começaram a revolucionar dezenas de setores da economia. Ou seja: as moedas virtuais são uma tendência inovadora. E tudo nesse universo é muito novo e cheio de oportunidades.

Quer fazer parte do futuro? Então siga estes sete passos para investir com segurança.

  1. Faça a lição de casa: 

    O bitcoin continua sendo a moeda mais comercializada, mas existem muitas opções. Para escolher uma moeda virtual, pesquise seu histórico e sua cotação.

  2. Entenda a tecnologia: 

    Não entre no mundo das moedas cripto só pelo hype. Saiba como elas funcionam, pelo menos o básico – resposta curta: são baseadas em blockchains, cadeias de blocos de dados com criptografia.

  3. Programe-se:

    Investir em criptomoeda não é tão diferente de investir no mundo “real”. É preciso programar quanto você vai colocar, e por quanto tempo e com qual objetivo.

  4. Crie sua carteira digital: 

    É bastante simples abrir uma conta pessoal – em geral, basta informar alguns dados pessoais, como o número do RG, com foto.

  5. Cuide da segurança: 

    De nada adianta a plataforma ser confiável e o blockchain garantir a legitimidade das transações se você compartilhar suas senhas de acesso.

  6. Seja cauteloso: 

    Esse ainda é um mercado que oscila muito. Por isso, sair correndo na primeira baixa, ou tentar sacar o dinheiro quando a cotação subir do dia para a noite, não é nada indicado.

  7. Peça ajuda: 

    Você até pode fazer tudo isso sozinho. Mas existem no mundo, corretoras de confiança, que aumentam a segurança para o investidor e ajudam a atuar de forma eficiente e ágil. Assim você potencializa seus lucros!

mineração de criptomoedas

3 coisas que você precisa saber sobre mineração de criptomoedas

O que é minerar criptomoedas? A mineração é lucrativa? Está dentro da lei possuir, usar ou minerar criptomoedas? Confira as respostas para estas três questões.

Minerar criptomoedas: o que isso significa?

Essa resposta, na verdade, abrange muitos mitos que existem em torno do assunto. Minerar criptomoedas não é encontrar, descobrir ou fabricar novas moedas, mas sim o conjunto de processos necessários para validar e processar as transações de uma criptomoeda.

No caso do bitcoin, a mineração envolve a validação e registro de transações na cadeia de blocos (blockchain). Cada bloco é ligado ao anterior por um elo, um código chamado “hash”. Juntos, eles formam uma “corrente de blocos”, ou “blockchain”. Os responsáveis por montar a “blockchain” são os chamados mineradores. Este trabalho requer esforço e custo computacional, o que garante a complexidade para escrever novos blocos de transações no registo, evitando que um cibercriminoso possa gerar um bloco falso e o adicione à rede ou que modifique um bloco existente.

Nem todas as criptomoedas funcionam da mesma maneira, já que a forma para minerar depende do sistema que é usado pela cadeia de blocos ou o algoritmo de cada criptomoeda. No entanto, todos eles têm algo em comum: os mineradores não realizam operações inúteis, eles são necessários para manter a estabilidade e a segurança da rede. Como o trabalho deles é tão importante, os mineradores cobram uma quantia em dinheiro pelo trabalho de mineração.

No caso do bitcoin, por exemplo, toda vez que um minerador encontra um bloco válido, ele é recompensado com 12,5 bitcoins. O pagamento é feito com as moedas que estão na reserva e que, nesse momento, entram em circulação, razão pela qual se acredita erroneamente que a mineração com criptomoedas envolve a geração de novas moedas. As moedas já estão previamente definidas, no entanto, através da mineração, novas moedas são colocadas em circulação.

É lucrativo minerar criptomoedas?

Certamente você já ouviu falar sobre as grandes fazendas de mineração de bitcoins, que consistem em enormes datacenters próximos a usinas de energia ou abrigados no frio da Islândia. Isso faz com que muitas pessoas pensem que a mineração de bitcoin já é uma questão de grandes empresas e que é impossível participar. Em parte, isso é verdade, mas não porque seja impossível, mas porque a concorrência é tão grande que não é muito lucrativo investir no equipamento necessário para minerar bitcoins.

Enquanto o Bitcoin é a primeira criptomoeda e a mais popular, existem mais de 100 alternativas, como altcoins.

Cada uma dessas moedas tem seus próprios algoritmos e custos de mineração. Em muitos deles é possível participar com apenas uma boa placa de vídeo, ou mesmo com um computador tradicional.

Por exemplo, o Ethereum é considerado a segunda criptomoeda mais usada depois do bitcoin. É possível extraí-la de uma placa de vídeo e de um software específico. Por outro lado, também temos o Monero, que se tornou muito popular por ser minerado simplesmente através de um script que é executado em um navegador – particularidade que é aproveitada por muitos cibercriminosos através de novas técnicas, como o criptojacking.

Uma alternativa rentável são os pools de mineração. Tratam-se de grupos de usuários que se juntam com o objetivo de unir o poder computacional de todos os participantes e assim ter uma melhor chance de encontrar blocos válidos e ganhar a recompensa, que eles dividem entre todos. Existem diferentes tipos de pools de mineração. Alguns mais estáveis ​​e outros mais lucrativos, dependendo do volume de trabalho tratado por cada pool.

Está dentro da lei possuir, usar e minerar criptomoedas?

As leis não são as mesmas para todos os países, portanto, não é fácil generalizar uma resposta.

As criptomoedas funcionam de maneira descentralizada e fora do sistema bancário tradicional. No entanto, estes tipos de moedas não são intocáveis. De fato, os regulamentos já estão sendo implementados em vários países no que diz respeito a transações de moedas digitais.

O único País que não permite o uso de moedas estrangeiras que não tenham uma validação legal é a Bolívia. É muito provável que você tenha sérios problemas para usar criptomoedas lá, ou até mesmo minerar.

Embora as criptomoedas estejam fortemente associados ao cibercrime, não devemos esquecer que essas moedas são ferramentas muito poderosas que proporcionam grandes benefícios para as transações financeiras na era digital.

Quanto ao resto da América Latina, os regulamentos referentes ao uso e a posse de criptomoedas são nulos ou escassos. O que nos permite utilizá-las com tranquilidade, sempre e quando estejam relacionadas com negócios e operações legais.

Se você estiver interessado em entrar no mundo da mineração, não se esqueça de tomar as medidas de segurança apropriadas. Tanto para proteger seu dispositivo de mineração quanto para proteger as criptomoedas que possam ser adquiridas pelo trabalho.

Criptomoedas: 10 dicas para minimizar o risco com hackers

Ao longo de todo o último ano, o valor roubado em criptomoedas passa de US$ 1,2 bilhão, segundo dados de uma pesquisa da ONG Grupo de Trabalho Anti-Phishing (APWG).

hacker criptomoedas

Para minimizar os riscos do cibercrime e salvar a pele de empresas e investidores do universo das criptomoedas, veja algumas dicas:

1. Crie um e-mail exclusivamente para tratar com sua corretora de criptomoedas, e não use esta conta para qualquer outro fim.

2. Nada de senhas óbvias: utilize senhas longas e complexas, composta de letras, números, símbolos, maiúsculas e minúsculas. É uma dica fácil, mas comumente ignorada.

3. Ainda em relação às senhas, jamais as armazene no computador.

4. Caso a corretora de sua conta de criptomoedas requeira autenticação de dois passos baseada em SMS e recuperação por e-mail, desative este recurso. Muitos hackers utilizam ataques por meio do número de telefone do usuário para invadir suas contas e roubá-los, convém não arriscar.

5. Pelo mesmo motivo, entre em contato com sua operadora de celular e solicite um código de acesso para sua linha telefônica.

6. Nunca exponha seu investimento em criptomoedas. Não fale sobre ele nas redes sociais, sites, fóruns ou qualquer espaço público.

7. Diversifique as corretoras onde fará seus investimentos em criptomoedas e utilize um e-mail e senha únicos para cada conta. Dificilmente um hacker invadirá todas. Neste caso, se for atacado, você não terá prejuízo total.

8. Manter as criptomoedas moedas offline, em uma cold wallet, também pode ser muito útil.

9. Hackers podem se passar por potenciais receptores de bitcoins. Para se proteger disso, tenha máximo cuidado com as corretoras escolhidas. Prefira empresas de idoneidade comprovada pelo mercado, e confira com outros usuários sua experiência com a companhia.

10. Muita atenção a ofertas de serviços relacionado a bitcoins, como plataformas de câmbio. Já houve casos em que empresas apresentaram esta oferta e, após receber os bitcoins, desapareceram da Internet. Este tipo de agente se oculta na deep web ou em plataformas de investimento de risco, então evite arriscar-se por estes caminhos.

Tipos de investidores e suas características

Ao decidir fazer investimentos, você deve conhecer muito bem as alternativas de aplicações e a sua atuação. Para tanto, é preciso conhecer os tipos de investidores e identificar qual deles corresponde aos seus interesses.

Ao reconhecer suas características e diferenças, será possível vislumbrar qual é o melhor caminho a seguir. Como resultado, os efeitos tendem a ser otimizados e a segurança também fica ampliada.

Independente do seu perfil, o fato é que conhecê-lo ajudará na conquista de resultados otimizados.

Conheça os tipos de investidores e entenda em qual grupo você se encaixa.

 

Características de cada perfil de investidor

Conservador: é aquele investidor que prioriza a preservação dos seus recursos acima de tudo. Não assume riscos que possam comprometer seu patrimônio, ainda que a rentabilidade seja abaixo da média. É o que menos tolera perdas e falta de liquidez.

Os extremamente conservadores preferem opções tradicionais, como investimentos na renda fixa pré-fixados ou com alta liquidez, como é o caso da poupança.

 Moderado: é o investidor que assume riscos um pouco maiores em busca de rentabilidade superior à média do mercado. Dá importância à segurança. Por isso, busca investir de forma equilibrada em diversas classes de ativos, como renda fixa, ações e fundos multimercados.

Investidores moderados toleram certo risco, como menor liquidez e perdas controladas, mas não abrem mão da preservação do seu patrimônio. Assim, os ativos de risco não ocupam uma grande porção da carteira de investimentos.

São pessoas com um pouco mais de conhecimento sobre o mercado. Elas também têm patrimônio suficiente para diversificar e objetivos de médio e longo prazo, além das metas de curto prazo. Podem destinar parte do patrimônio a ativos com maior volatilidade e menor liquidez.

Agressivo: é aquele investidor com elevado apetite ao risco, ou seja, aqueles dispostos a colocar o dinheiro em opções menos garantidas, mas que podem gerar a maior rentabilidade entre todos os casos.

O investidor agressivo tem um percentual maior da carteira em renda variável do que os moderados. Prioriza a rentabilidade do investimento.

São pessoas que, além de compreenderem o mercado financeiro, têm o desejo de multiplicar o patrimônio no longo prazo.

 

 

Moedas digitais: medidas para investir com segurança

Quem investe ou planeja investir em moedas digitais, precisa ter em mente que um dos cuidados essenciais para evitar problemas é reforçar a segurança. Com o aumento de ataques e fraudes online, é fundamental a proteção de dados pessoais.

Escolha uma exchange (corretora) confiável

Na hora de escolher uma corretora para negociar as moedas digitais, o usuário precisa buscar informações sobre a reputação da empresa e entender se a mesma tem uma infraestrutura tecnológica confiável e segura, com equipes dedicadas.

Navegue em sites seguros

Jamais clique em links inseridos em e-mails com propostas de investimentos em criptomoedas e evite fazer negociações em sites desconhecidos. Uma forma de validar o endereço eletrônico é digitá-lo diretamente no navegador.

Crie uma senha forte

No momento de cadastrar-se na corretora para comprar as moedas digitais, o investidor deve escolher uma senha de acesso com 15 caracteres ou mais, que combine números, símbolos, letras maiúsculas e minúsculas. É importante também que nunca compartilhe esta senha e não a utilize em outros serviços, como e-mails e acesso a perfis em redes sociais.

Use a autenticação em dois passos 

O internauta deve instalar um aplicativo que realize esse tipo de autenticação, no qual, além de login e senha, deve fornecer um token – uma sequência de números que aparece no aplicativo de celular no momento de cada login.

Utilize um sistema para monitorar vazamento de senhas online

Vale utilizar serviços online gratuitos que notificam o internauta sempre que suas senhas vazam na internet, o que permite trocar imediatamente a senha e não a reutilizar.

Evite utilizar computadores de outras pessoas

Ao acessar a corretora de moedas digitais, o usuário deve utilizar seu próprio computador e evitar equipamentos de terceiros. Caso acesse o site pelo PC de outra pessoa, certifique-se de sair do serviço e não salvar senhas ou informações. Se for estritamente necessário fazer um de um computador compartilhado, faça uso da função “navegação anônima”. Ao concluir, feche completamente o navegador.

Um bom antivírus sempre ajuda

Utilize um bom antivírus e instale todas as atualizações solicitadas pelo sistema. Um antivírus não é impenetrável, portanto baseie sua segurança ao seu comportamento online mais do que na solução antivírus.

Não se conecte a redes Wi-Fi abertas 

Na hora de acessar a Exchange, não use redes Wi-Fi abertas (aquelas que não pedem senhas para a conexão inicial). Nesses casos, dê prioridade ao 4G do smartphone e o utilize como um roteador. Quando for “inevitável” usar o Wi-Fi público, é importante só acessar serviços em sites que utilizem HTTPS/SSL (cadeado no site).

Como funciona a regulamentação de moedas digitais?

Não é de hoje que se fala na regulamentação de moedas digitais. O assunto ainda é novidade para muita gente, mas desde 2014 a Receita Federal estipula a cobrança de Imposto de Renda sobre moedas digitais.

Como é a regulamentação das moedas digitais no mundo

moedas digitais

As moedas, portanto, fogem do alcance dos governos e de quaisquer órgãos financeiros. Isso fez com que muito governo quebrasse a cabeça para bolar um método eficiente de regulamentar essa prática. Enquanto alguns países colocaram o Bitcoin na ilegalidade, como Bangladesh, Afeganistão, Bolívia e Equador, outros articularam métodos de regulamentação da moeda digital.

Na Polônia, por exemplo, se taxou a mineração de Bitcoins porque se enquadrou a atividade como um serviço e, consequentemente, a venda de Bitcoins estaria sujeita a cobrança de IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado). Mais tarde, desclassificou-se as moedas digitais como atividade econômica, e foi decidido que só haveria cobrança de imposto caso se tratasse de uma empresa que realizasse qualquer atividade profissional de domínio financeiro como emissão de moedas, serviços bancários.

A dificuldade central, portanto, consiste na própria conceitualização das Bitcoins. Falta um consenso do que seria uma Bitcoin. É uma propriedade, uma mercadoria, uma commodity, um protocolo? De que modo regulamentar algo que sequer se sabe o que é ao certo? Essa dificuldade se repete em outros países que tentam regulamentar as Bitcoins, como os EUA, China, Rússia e Israel.

Por que regulamentar as Bitcoins?

Além de grandes quantias de capital que foge nos radares dos governos e do sistema financeiro tradicional, há uma série de fatores que colocam a regulamentação das moedas digitais em pauta.

Lavagem de dinheiro: quando se fala na importância da regulamentação das moedas digitais, um dos argumentos mais frequentes é o da lavagem de dinheiro. Lavar dinheiro consiste, basicamente, em disfarçar a natureza, origem, localização, movimentação e propriedade de valores para dar aos mesmos um caráter lícito. A argumentação, portanto, baseia-se no fato de a moeda digital ocultar a identidade dos envolvidos em uma transação e também na falta de controle governamental sobre essa circulação de capital, como um facilitador para o crime de lavagem de dinheiro.

Práticas ilícitas: uma das grandes polêmicas em relação às Bitcoins é o seu uso para práticas ilegais, como tráfico de pessoas, armas e drogas. O caso Silk Road, quando um um grande esquema de tráfico de drogas e armas foi descoberto na Darknet e utilizava moedas digitais como método de pagamento é central nas discussões.

Economia: alguns críticos defendem que poderá haver, futuramente, uma bolha na moeda digital, e essa bolha, fatalmente, virá a estourar. Ainda que o Bitcoin já tenha oito anos e não demonstre sinais de que vá acabar tão cedo, especialistas entendem que o Bitcoin, como uma moeda deflacionária, pode estagnar o crescimento das economias dos países toda a vez que o seu valor subir. A lógica é que, ao invés de consumir, será mais vantajoso poupar. Assim, haveria um risco de recessão em larga escala.

E você, é a favor ou contra a regulamentação das moedas digitais?

 

Fonte: www.projuris.com.br

 

pagar com bitcoin

O que eu posso comprar com os meus Bitcoins?

O bitcoin e outras criptomoedas, estão mudando a vida de milhares de pessoas nos mais diferentes aspectos. Carro, viagens, apps: já passam de 11 mil os estabelecimentos que incluem a criptomoeda como forma de pagamento.

Usar moedas virtuais para a aquisição de produtos e serviços começa a ficar cada vez mais comum. Conseqüentemente, carteira no bolso pode se tornar uma raridade no futuro.

Bitcoin

Lista de serviços

A lista de serviços que podem ser pagos em criptomoedas só aumenta.  A Microsoft  vende em bitcoins apps, músicas e jogos de Xbox na sua loja virtual. A Bloomberg.com aceita bitcoin de seus assinantes, e o aplicativo de relacionamento OkCupid libera uma lista de recursos premium em troca das moedas virtuais. Empresas como a Dell já aceitam o pagamento de seus novos aparelhos. Sejam eles PCs comuns, notebooks ou máquinas gamers, e até de acessórios. Basta acessar a loja online da empresa e partir para as compras.

As universidades de Lucerne, na Suíça, e Draper, na Califórnia, aceitam bitcoins no pagamento de suas mensalidades e devem ser seguidas por outras faculdades ao redor do mundo.

No Brasil, é possível encontrar estúdios de fotografia, serviços de informática, clínicas de estética e outros estabelecimentos que já trocam serviços por moedas virtuais.

 

Como funciona?

Para poder desfrutar de cada um dos serviços  disponíveis, você precisará usar o conceito de carteira virtual. Essa carteira virtual pode ser tanto online quanto offline, ainda assim é nela que você guardará todos os seus Bitcoins.

Quando você quer comprar algo na internet usando o Bitcoin, você deverá transferir da sua carteira para a carteira da empresa da qual está comprando o bem ou o serviço. As carteiras são identificadas por códigos formado por letras e números extensos.

Você deverá usar uma casa de câmbio para transferir os Bitcoins, há várias tanto no Brasil, como no exterior. Aí basta acessar a parte de transferir criptomoedas e informar de qual carteira ela vai sair para qual carteria ela vai entrar e pronto. Dependendo da casa de câmbio poderá ser cobrada uma pequena taxa para isso.

Você Sabe o Que é Uma Exchange?

Moedas virtuais, Exchange, Bitcoins, Blockchain, Inexx Club Exchange,. . . você conhece todos estes termos? Sabe o que significa?  Você sabe quem é Satoshi Nakamoto?

A resposta mais provável é não! Entretanto, é provável também que você esteja buscando respostas por ter constantemente ouvido burburinhos acerca da maioria dos termos citados. Além disso, pessoas estão dizendo que você deveria abrir conta numa exchange, comprar moedas virtuais, investir em Bitcoins e alguns dos teus amigos dizem que estão faturando alto com isso. Mas então, o que é tudo isso?

Neste artigo vamos nos concentrar em explicar o papel de uma “exchange” de moeda virtual para não fazer um artigo longo demais. Mas caso você ainda não conheça os outros termos, não se preocupe pois vou brevemente passar por eles, sem entretanto aprofundar nos mesmos.

 

As Moedas, a Blockchain e Satoshi Nakamoto

Em 2009, foi lançado na internet um “white paper” onde havia a descrição de um novo tipo de moeda. Seria uma Moeda Virtual portanto, uma moeda que não poderia ser controlada por nenhuma instituição, e funcionaria baseada em uma nova tecnologia através da qual qualquer indivíduo poderia ser capaz de enviar dinheiro a outro ( e também receber), sem a necessidade  de uma instituição bancária para ditar as regras, com segurança e de forma instantânea.

O autor do documento é conhecido pelo nome Satoshi Nakamoto entretanto, a identidade real do autor continua sendo desconhecida, ou seja, não se sabe quem é esta pessoa. Aliás, pode até ser o caso de Satoshi Nakamoto ser uma instituição ou mesmo apenas um codnome dado por algum governo. Mas o que importa sobre isso tudo é que foi neste momento que os termos acima mencionados começaram a ganhar vida, com exceção do termo Inexx Club Exchange que veio a surgir mais recentemente, sobre o qual explicarei melhor mais abaixo.

Neste momento nasceu então a Moeda Virtual chamada Bitcoin, e a tecnologia mencionada foi nomeada Blockchain. Diferentemente das moedas como o Dollar, o Real, ou o Euro que são reguladas pelos bancos centrais emissores  das mesmas, o Bitcoin não necessita de uma entidade central reguladora. Isso possibilita diversas vantagens principalmente nos quisitos agilidade no processo de envio e recebimento de pagamentos, ausência de burocracia e o envio direto dos Bitcoins de um indivíduo diretamente para o outro o que significava menor custo no envio.

 

As Exchanges

As exchanges são instituições intermediadoras de compra e venda de moedas digitais. Mas espere, se é possível o envio direto, porquê é preciso usar uma intermediadora?  A resposta é simples, você não precisa! Entretanto, há vantagens claras na utilização da intermediação por uma Exchange. A maior vantagem é a segurança e a segunda maior vantagem é a facilidade no processo de efetuar a venda.

Desde a criação da primeira moeda virtual até os dias atuais o número de pessoas se familiarizando com esta revolucionária possibilidade vem aumentando de modo que, atualmente as maiores exchanges movimentam diariamente valores correspondentes a bilhões de dólares através de suas operações.

Sendo mais detalhista, o que uma Exchange como a Inexx Club exchange faz é fornecer uma plataforma, nomeadamente um website (ou aplicativo para smartphones) através da qual quem quer comprar moeda virtual pode fazer isso de uma forma fácil e segura, ao passo que quem quer vender também o faz da mesma forma.

Imagine que você, estando na sua cidade, queira comprar Bitcoin, você poderia por exemplo acessar um site de anúncios e colocar um anúncio dizendo que deseja comprar.  Quando uma pessoa que tenha os Bitcoins disponíveis ver o anúncio esta pessoa entra em contato e informa que vocês podem fazer negócios.

Uma vez acordado o preço, você então pede que a pessoa envie-lhe os Bitcoins, comprometendo-se a enviar-lhe o pagamento tão logo que você tenha recebido os Bitcoins. Entretanto, a pessoa prefere que você dê o primeiro passo, ou seja, a pessoa pede que você envie o dinheiro antes que ela envie os Bitcoins.

Como resolvemos este impasse? Simples, aí está o papel da corretora!  Em vez de ir ao site de anúncios, você simplesmente acessa o site da Exchange e coloca sua ordem de compra. Pela mesma forma a pessoa que deseja vender. O sistema da Exchange identifica que há duas ordens que se “casam” e logo executa as mesmas, ou seja, o seu dinheiro ( não virtual) passa para a conta da pessoa que desejava vender e os Bitcoins passam para a sua conta!  Simples, rápido e seguro!

 

A Inexx Club Exchange

Inexx Club Exchange é uma marca comercial pertencente à empresa Portuguesa PRODIGYBENEFIT, LDA, fundada em  2018 em Portugal.

Totalmente regular e operando segundo os padrões da União Europeia, a Inexx Club  Exchange posiciona-se neste  fabuloso mercado em um momento estratégico, quando as moedas virtuais começam a serem pensadas como algo possível de ser parte do dia-a-dia, deixando clara a oportunidade.

A visão da empresa, é prover um ambiente simples, extremamente robusto e seguro de fácil utilização, mirando em um futuro onde a empresa competirá com os grandes players do setor. A Inexx Club  Exchange conta com a vantagem de ter surgido de uma parceria existente a mais de dois anos entre dois traders profissionais altamente eficientes e suas respectivas equipes de apoio altamente qualificadas.

A Inexx Club Exchange tem seu escritório na Avenida da Liberdade, número 110, Lisboa. O posicionamento foi estrategicamente escolhido de forma a mostrar o comprometimento da empresa com os elevados padrões de qualidade bem como o de demonstrar “a que veio” e isso é algo que salta aos olhos quando se adentra o escritório.

Algo fantástico trazido pela Inexx Exchange, no qual a mesma é pioneira em Portugal, é o cartão de débito, o qual pode-se converter o seu saldo de moedas virtuais para moeda fiduciária facilitando portanto a inserção das moedas virtuais no dia-a-dia dos cidadãos.

 

Visite agora o site da exchange e pegue a sua conta gratuita para começar a operar compra e venda de criptomoedas!